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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Há dias

Não percebo este post do Luís Rainha. Ou melhor, a segunda parte do mesmo. Se a população espanhola é cerca de 4,35 vezes a portuguesa, se só tivessem morrido 13 mulheres lusas às mãos dos companheiros o número já era aceitável? Afinal esta comparação entre Portugal e Espanha vem a propósito de quê? Interessa acaso fazer comparações destas?

Esta malta do 5 Dias desde a cisão só traz (ainda) mais disparates para a discussão.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Derrotados

Os Bascos. Triste sina esta, onde o terror continua. Incólume.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Comentário da semana

«Só gostava que me explicassem uma coisa. Como é que um Estado como o espanhol, com o enorme problema das autonomias que ameaçam constantemente desmembra-lo, consegue ter governos que cumprem integralmente a legislatura. O João Carlos I apenas teve como presidentes do Conselho:
Arias Navarro (herdado de Franco); Adolfo Suarez; Calvo Sotelo; Felipe González; Aznar e o Zapatero.
Por aqui, e se descontarmos os governos provisórios, já vamos em 17 (...)»


Nuno Castelo-Branco, na caixa de comentários deste post do Paulo Gorjão.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Ainda José Mourinho... e Espanha aqui tão perto!

Por intermédio deste post de Francisco José Viegas chego a este artigo publicado no El País, que é um monumento. Vale a pena lê-lo, e deixo aqui três passagens para aguçar o apetite:

"Alguien tiene que venir al rescate de José Mourinho. Tanto por solidaridad ibérica como por interés propio. Ese alguien debe ser el presidente de un club de fútbol español, uno lo suficientemente listo como para reconocer el valor de fichar al mejor entrenador desempleado del mundo."

"Con sus ingeniosas sandeces y con esa arrogancia de dios griego que emana, aporta un valor incomensurable al espectáculo más grande de la Tierra."

"El Barcelona, en cambio, no debe ser una posibilidad tan remota para el veterano del Camp Nou, y ex intérprete de Bobby Robson, que en tres segundos y medio llevó al Oporto, y después al Chelsea, de la nada a la gloria. No le vendría mal una dosis mourinhista a este Barça cansino, como tampoco le vendría mal a Ronaldinho. Mejor el incandescente portugués para sacar al brasileño de su letargo que el elegante pero somnífero Frank Rijkaard. El roce entre Schuster y Mourinho, por otro lado, sería lo más grandioso desde los tiempos de Wellington y Napoleón."
(realce meu)

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

A ler

O DIA EM QUE FOMOS MONÁRQUICOS, Pedro Lomba, no DN.
«No fundo, é isso. Por qué non te callas, Chávez? Dentro de portas, estabeleceste um regime populista e autoritário, pouco importa se apoiado pela maioria dos venezuelanos. Nada te escapa e quem não é chavista está condenado à inércia ou ao ostracismo.[...] Não serás tu o fascista, ó Chávez?»

sábado, 10 de novembro de 2007

O melhor espectáculo do mundo

As cimeiras ibero-americanas não passam de um circo. A atracção principal costumava ser o camarada Fidel, agora o palhaço de serviço é o camarada Chávez.

Só que desta vez o Rei Juan Carlos decidiu que circos com a presença da nobreza só em Monte Carlo, e exasperado com a actuação do referido momo, que interrompia Zapatero chamando fascista a Aznar, atirou-lhe com "¿Por qué no te callas?" Podem ver o artigo e o vídeo do El Mundo aqui. Foi graças a este post do Carlos Loureiro, no Blasfémias, que encontrei o link, e concordo inteiramente com a sua apreciação. Viva o Rei!

Mas o inefável Daniel Oliveira consegui inverter a situação, reclamando: "[O Rei] Podia ter deixado a conversa sobre um eleito entre eleitos e continuar a dedicar-se a cortar fitas, aparecer em revistas cor de rosa e representar o seu povo em silêncio. É para isso que servem os reis. Não é para se meterem em conversas entre políticos. Para o poder fazer é mesmo preciso concorrer a eleições." Isto é que é republicanismo de esquerda esclarecido! O que é que interessa a má-educação e a tonteria?!

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

O colosso (texto corrigido)


A Espanha afirma-se, no panorama europeu e mesmo mundial, um colosso a nível desportivo.

Actuais campeões do mundo de basket, não conseguiram bater a Rússia na final do Europeu, em casa. O marcador registou 59-60, o que diz bem do jogo competitivo a que se assistiu.

No mesmo dia sagra-se campeã da Europa de vólei (curiosamente frente à Rússia, em Moscovo!), pelo parcial 2-3. Daqui se pode aferir o que tem sido feito no país vizinho.

Não é por acaso que o Obikwelu, o Évora e a Naide, por exemplo, treinam lá. Em Espanha, trabalha-se e promove-se o desporto. Por cá...

(Foto do Pau Gasol)