sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A crise, quando chega, é para todos (e também para a Qimonda)

A pergunta do post abaixo estava a aguardar pelas reacções de Sócrates e do inefável Pinho, que inevitavelmente não passam das mesmas balelas de sempre.

Agora, admitamos por um momento que o que vou escrever a seguir não é ficção: o Estado (entenda-se eu, o leitor, o resto dos portugueses contribuintes bem como os nossos filhos quando chegar a vez deles) terá avalizado (irá avalizar) um empréstimo concedido (a conceder) à Qimonda por um sindicato bancário composto pela CGD e BES (e BCP?), no valor de 100.000.000,00 €.

Como o mais certo é esse dinheiro ficar por pagar por parte do contraente do empréstimo (vai uma apostinha?), o Estado (entenda-se eu, o leitor, o resto dos portugueses contribuintes bem como os nossos filhos quando chegar a vez deles) terá de assumir a sua responsabilidade perante o sindicato bancário, e para além disso convém não esquecer as responsabilidades sociais para com a maior parte dos 2.000 trabalhadores que perderão o emprego.

Então cá vai mais uma pergunta de algibeira: não valia mais a pena deixar a empresa falir de uma vez?

2 comentários:

Maria Marques disse...

Pois, mas para este governo o que interessa é mesmo diferir custos, às custas dos nossos filhos.

André A. Correia disse...

Nem mais.