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quinta-feira, 8 de maio de 2008

Crise demográfica

Entrevista de Fernando Castro, presidente da APFN, ao Infovitae:

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Petição

Se não entende a que propósito é possível aos pais separados deduzir os seus gastos com a alimentação e o vestuário dos seus filhos, mas aos casados ou aos viúvos não, assine a petição contra a discriminação dos pais casados e viúvos em sede de IRS.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Piano

O meu filho mais velho veio com uma conversa de querer aprender a tocar piano, depois de ter passado 2 dias com a tia antes do começo das aulas - ela pô-lo sentado à frente do orgão lá de casa e ele adorou. Inscrevi-o imediatamente numa escola e lá anda ele contente da vida, nas suas aulas de piano e iniciação musical.

Fiquei muito contente, por duas razões:

Em primeiro lugar, porque tanto eu como a minha mulher procuramos dar aos nossos filhos uma educação o mais completa possível, e ao aprender piano adquire competências musicais que ultrapassam o âmbito escolar;

Em segundo plano porque sou um interesseiro! Sim, confesso, se calhar até fico mais feliz do que ele nas horas que passa na sua instrução. Pode ser que ele se dedique de corpo e alma e tenha, como se costuma dizer, jeitinho para a coisa.... e então, uma noite, em família, no aconchego do lar, brinda-nos com um momento destes...

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Como já falta pouco...

Como já falta pouco para levar a golpada na carteira com os manuais escolares, esses artigos de luxo - e ainda só tenho um filho no 1.º ciclo, quando chegar a vez dos outros dois... - deixo aqui o link para o comunicado de ontem da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN). E depois digam-me que isto não é uma república das (ou de?) bananas!

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Carnaval


A folia, afinal, não se esgota na terça-feira gorda...

No dia 22 de Julho fomos todos ao Jardim Zoológico. A brincadeira, só em entradas, custou € 63,80 (eu e a minha mulher, a minha sogra e os três miúdos), já com o desconto do cartão FNAC. Coisa pouca...

Agora recebo uma notificação da Polícia Municipal de Lisboa. Nesse dia fui apanhado a circular a 87 Km/h na radial de Benfica, já deduzido "o valor do erro máximo admissível" - que benevolentes! - sendo "o limite máximo de velocidade imposto por sinalização para o local de 80 Km/h". Prazo de quinze dias para pagar € 60,00 de coima.

Duas partidas de Carnaval, em pleno Verão!

terça-feira, 10 de julho de 2007

Dia Mundial da População

Há uma infinidade de Dias Mundiais. Amanhã, dia 11, temos o Dia Mundial da População (DMP). Este considero-o de suma importância, pois numa sociedade cada vez mais envelhecida é imperativo começarmos a questionar até quando poderemos reflectir no DMP. É que, não fosse a imigração, qualquer dia aqui no burgo já não haveria quorum, graças às políticas anti-natalistas e opressoras da família que têm vindo a ser praticadas em Portugal, e com especial relevo por este Governo.

E se acham que estou a ser pessimista, não sou eu. É o INE:

«Analisando-se o índice sintético de fecundidade (ISF) – que traduz o número médio de crianças, nascidas vivas, por mulher em idade fecunda (dos 15 aos 49 anos de idade) – verifica-se que, Portugal, no período 1987-2006, revela uma primeira tendência de decréscimo até 1995, ano em que o valor atinge 1,41 e a partir do qual se regista um aumento, até atingir 1,56 em 2000, voltando então este indicador a entrar em declínio, atingindo o valor mais reduzido de todo o período em 2006, com 1,36 crianças por mulher em idade fecunda.» (realces meus)

Consultar o documento aqui. Este parágrafo está na p. 4.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Fim do ano escolar


Hoje o filhote do meio (concluiu o pré – 4 anos) trouxe para casa a pasta com os trabalhos que executou durante o ano. Organizados cronologicamente, salta à vista a extraordinária evolução que as crianças conseguem em cerca de nove meses! Impressionante!

Por vezes tem-se a ideia que passam os dias na brincadeira, mas depois vemos que também trabalham. E muito. São investidas muitas horas no aperfeiçoamento do traço, no escrever o nome, na noção de tempo, espaço, grandeza, etc. E nota-se também o acompanhamento personalizado das educadoras e auxiliares. A elas o meu profundo agradecimento.

Amanhã temos a reunião de avaliação do mais velho (1.º ano).

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Comentários avulsos

Ainda sobre a ideia peregrina do inquilino da João Crisóstomo, seleccionei na blogoesfera os seguintes títulos:

À coca... em Lisboa

O Homem do Leme

por muito que...

TONIBLER

quarta-feira, 23 de maio de 2007

É fartar, vilanagem! (sobre a "discriminação positiva" do inquilino da João Crisóstomo)

O inquilino da João Crisóstomo quer, a todo o custo, eliminar de vez a tendência de alguns portugueses - aqueles que vão resistindo estoicamente às políticas anti-natalistas deste governo - terem filhos!

Fecha maternidades, faz a apologia do aborto a pedido e, insaciável, avisa a navegação sobre a isenção que hoje vigora de taxas moderadoras no SNS para todas as crianças menores de 12 anos:



“Devemos questionar se todas as crianças devem estar isentas de taxas, sejam crianças ricas, sejam as crianças pobres”



Que dizer? Cada vez é mais difícil criar filhos neste país (estou à vontade para o dizer, porque tenho três e sei bem o que peno!), e vamos imputar mais custos às famílias, quando o bom senso aconselha, face aos índices de natalidade que hoje temos, uma política completamente contrária?

E esta das "crianças ricas" vs "crianças pobres" no SNS é de pasmo.

A justiça social faz-se, neste país, à custa dos impostos. Sendo as nossa taxas de IRS progressivas (quanto mais altos os rendimentos mais altas são as taxas), não faz sentido nos serviços públicos primários - saúde, educação, justiça - haver "discriminação positiva", pela simples razão de que já a houve anteriormente aquando da liquidação do imposto.

Veja-se:

O agregado A, dois titulares e quatro dependentes, auferiu em 2006 um rendimento global de 105.982,42 €. A colecta líquida de IRS é de 25.253,05 €, ou seja, o rendimento disponível após impostos é de 80.729,37 €, i.e. 13.454,90 € per capita.

O agregado B, dois titulares e 1 dependente, auferiu em 2006 um rendimento global de 25.354,51 €. A colecta líquida, neste caso, é de 1.203,88 €, ficando-se o rendimento disponível após impostos nos 24.150,63 €, ou seja 8.050,21 € per capita.

O rendimento disponível per capita do agregado B é 59,83% do A. Bem, talvez uma razão para a "discriminação positiva".

Mas o imposto pago pelo agregado B é 4,77% do A! A que título se justifica onerar ainda mais o agregado A, quando a sua contribuição para as despesas do estado em termos relativos é vinte vezes superior à do B, quando não chega a ter o dobro do rendimento disponível per capita?

Mais vale deixar de trabalhar, e parasitar o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social!

Talvez se percebesse esta “discriminação positiva” num sistema de flat tax, mas mesmo assim tenho dúvidas. A este propósito talvez valha a pena ler o artigo de opinião de Tiago Mendes no Diário Económico.

Em suma, e para finalizar, resta-me solicitar ao PM, ao inquilino da João Crisóstomo e restantes membros do Governo que nos governem com o que têm. Eliminem metade dos assessores, cobrem portagens nas SCUTS, sei lá… Mas deixem as famílias com filhos em paz!

segunda-feira, 7 de maio de 2007

O que se encontra por aí?

Muita coisa. Confirmar no Bits & Pieces.

Este e este estão divertidos!

sexta-feira, 4 de maio de 2007

A festa do Pai Nosso

O meu filhote mais velho vai amanhã participar na festa do Pai Nosso, no colégio. Como o tempo passa, meu Deus! Tenho ainda tão presente - como se fosse ontem! - o seu nascimento, o primeiro colo, os sorrisos enternecedores, enfim, aquelas coisas...

É a sua primeira celebração "especial". No meu tempo de catequese julgo que esta festa não existia. Mas faz todo o sentido que no primeiro ano as crianças "recebam" o Pai Nosso. Existe oração filial mais maravilhosa?

Quando à noite os vou aconchegar na cama (tenho três filhos, que são os mais lindos do mundo!), peço sempre ao Senhor que eles possam crescer em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens. São as palavras finais que encontramos no 2.º capítulo de S. Lucas.

Esta noite vou repetir-lhe ainda com mais intensidade esta oração ao ouvido, no seu sono.

Porque Deus o ama.

E eu também.